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Zuleir Spindula

Comércio bom e barato

| 22.11.16 - 18:04

Goiânia - Com uma perspectiva desanimadora para o comércio de fim de ano, comerciantes se desdobram para vender e recorrem a muitos recursos. Embora a previsão de queda nas vendas seja de 5% em todo o País, de acordo com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - menor do que a registrada ano passado que foi de 7,2% - os brasileiros não abrem mão das compras de Natal. 
 
Para atrair clientes, lojistas utilizam ferramentas de baixo custo para inovar nos negócios. Na disputa entre comércio físico e sites de e-commerce, as facilidades de entrega, formas de pagamento e a comodidade de não precisar sair de casa, vem modificando o jeito de comprar e vender. Bom atendimento e preço não são mais suficientes para fidelizar o cliente. 
 
O uso das redes sociais para efetivar vendas e, assim, melhorar os resultados é uma das saídas para a crise. O Whatsapp, por exemplo, passou a ser uma ferramenta poderosa nesse contexto devido à praticidade, ao custo e à agilidade no contato com o consumidor. Com mais de um bilhão de usuários no mundo, o Brasil é um dos países com mais adeptos, o que representa um prato cheio para captar novos clientes.
 
No entanto, o uso do aplicativo não pode ser aleatório, sem estratégia. Mensagens personalizadas são responsáveis pelo sucesso na ferramenta. Devido à agilidade da comunicação, é preciso que a resposta ao cliente seja imediata. Recursos de imagens e vídeos podem ser explorados para facilitar as vendas.  
 
O Instagram é outra plataforma que atrai clientes, principalmente no mundo da moda. A postagem do “look” da estação pode render milhares de curtidas e inclusive vendas no Brasil e no exterior. O atendimento se torna ainda mais real por meio do recurso de mensagem direta na plataforma. Tudo muito rápido e cômodo! 
 
Acompanhar a entrega do produto, certificar-se da satisfação do cliente e manter um relacionamento por meio de mensagens sobre promoções e lançamentos são outras formas de garantir a fidelização do consumidor. Essas são alternativas baratas que colaboram com a manutenção do bom comércio que tenta ganhar fôlego num momento de turbulências. 
 

*Zuleir Spindula é consultor comercial, com 18 anos de experiência no mercado de confecção. 
 

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