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Rodrigo Pistori Pivetti

Temos que nos adaptar à transformação digital

| 07.05.17 - 12:10
As organizações passaram a definir novas diretrizes e determinar modificações internas para acompanhar várias tendências. A transformação digital certamente é a mais substancial. Mesmo que ela provoque mudanças e desconforto, pode vir seguida em muitos casos de oportunidades de mercado que provocam adaptação à nova realidade. E essa adaptação se estende aos parceiros de negócios e seu ecossistema. A transformação digital atinge a todos e, portanto, as energias e os esforços despendidos para se destacar devem ser compartilhados entre as pessoas que trabalham em diferentes segmentos.
 
Big Data, acreditamos, está no “olho do furacão” de tudo o que está acontecendo em todo o processo de transformação digital. Big data transforma os modelos de negócios e como consumimos serviços, nos transportando de um mundo no qual compramos bens (instalações, manutenção e serviços) para outro, em que já não somos proprietários, mas usuários que pagam por serviços com faturamento mensal proporcional ao solicitado. Essa é uma revolução que atinge a todos os integrantes da cadeia de valor. Só para dar um exemplo de uma das verticais de mercado, se as cadeias hoteleiras não se importarem com o que se passa em portais como Trivago ou Experia, terão sérios problemas em sua cadeia de valor. Isso significa que temos de prestar muita atenção às demandas do cliente final.
 
Em relação aos planos de todas as empresas envolvidas em uma cadeia de valor – sejam fabricantes, distribuidores, integradores e todos os parceiros de vendas e serviços –, eles devem ser adaptados ao novo modelo de negócios. Empresas que estavam acostumadas a vender equipamentos e manter receita em torno de serviços e manutenção precisam traçar novos objetivos. Essa revolução tecnológica está sendo preparada há tempos, o que traz como consequência a necessidade de se preparar para as mudanças no modelo de negócios que vêm associadas à comercialização de soluções. É necessário capacitar os parceiros de negócios para entrar no novo modelo de forma distinta de como trabalham agora.
 
Já não se vai faturar um grande volume de uma só vez em um pedido, mas faturá-lo em parcelas mensais por quatro anos. Processos terão de ser alterados em muitos departamentos de uma empresa para se atingir esse objetivo, entre eles fluxos financeiros, caixa e a forma de vender. No caso de soluções de redes de dados e voz, são elas que podem oferecer aptidão às organizações para enfrentar com eficiência as demandas de novos modelos. Aliadas às aplicações de colaboração capazes de integrar as redes físicas com as móveis, a inovação tecnológica vai ajudar as empresas a alcançar com êxito o processo de digitalização e do Network on Demand. É isso que vai proporcionar a infraestrutura, a conectividade e os serviços de cloud no modo IaaS –Infraestrutura como Serviço.
 
A transformação digital é um processo que vai afetar a todas as profissões. E o seu elemento-chave está relacionado diretamente ao big data. Infelizmente, quem não buscar a adaptação, tende a se extinguir.



*Rodrigo Pistori Pivetti, Communications Sales Developer da Alcatel-Lucent Enterprise

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