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Caio Cesar Mota

Mercado imobiliário no positivo

| 01.10.17 - 11:18
 
Goiânia - O ano pode não ter começado bem para a economia brasileira, mas para o mercado imobiliário as boas notícias vieram no segundo e terceiro trimestre do ano, através de sinais claros da retomada do crescimento. Mesmo sendo cedo para comemorar, os números não mentem e registram crescimentos em transações econômicas no setor de imóveis, um dos mais importantes do país, e que mostrou, por vezes, consideráveis quedas. Estudos feitos apontaram a retomada da economia da construção por todo país, mas em Goiás, foi ainda melhor. Pesquisas realizadas pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), apresetaram quase o dobro de vendas de imóveis em relação ao mesmo período no ano passado. 
 
Já os Indicadores Nacionais do Mercado Imobiliário, apresentados em agosto pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mostrou que o volume de imóveis novos cresceu 59,8% e as vendas aumentaram 17,4%. Isso traz uma ótima perspectiva e, em Goiás, principalmente, pois foi um dos Estados destaque no crescimento, conforme dados suso apresentados. O Estado não só registrou um grande aumento na venda de imóveis neste primeiro semestre, bem como reduziu o número de distratos que, de janeiro a abril de 2016 somaram 1730 e, no mesmo período este ano, caíram para 1216, 30% a menos.
 
São números de uma recuperação lenta, mas gradual e que sinaliza ser o caminho para a retomada da economia. Inobstante, é preciso se agarrar a pesquisas como essas que provam o esforço do trabalho do brasileiro em vencer essa fase crítica do país. A criação de empregos e a renda das famílias, também são componentes fundamentais para a reação do mercado, e isso ainda deverá demorar um pouco mais para que se tenha uma melhora significativa. Situação imprescindível para o reaquecimento geral da economia. 
 
Ao mesmo tempo em que o cenário é otimista e os números positivos, cabe lembrar que o governo passa por grandes mudanças e enfrenta consideráveis crises, refletindo tanto em nossas vidas, quanto na situação econômica do país. Tudo que é decidido em Brasília, e nem sempre democraticamente, reflete diretamente na população, porém, cabe a classe produtiva do país trabalhar para que a mudança comece e, ao que parece, já esta acontecendo.
 


*Caio Cesar Mota é advogado e coordenador da subcomissão de Direito Condominial da OAB/GO

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