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Mônica Parreira
Mônica Parreira

É jornalista graduada pela PUC Goiás / monica.parreira@aredacao.com.br

Histórias das Olimpíadas

1976: Jogos de Montreal

Ginasta Nadia Comaneci se destacou aos 14 anos | 28.07.16 - 14:00 1976: Jogos de Montreal (Foto: COI)
 
Goiânia - O Canadá se preparou para receber mais de 100 países para as Olimpíadas de Montreal 1976, mas viu o número reduzir consideravelmente após cerimônia de abertura. Delegações africanas abriram mão de participar pela presença de Nova Zelândia. Isso porque o time de rúgbi do país tinha ido até a África do Sul - excluída pelo apartheid - para um torneio.
 
Mesmo com 22 países a menos, os Jogos aconteceram. Devido ao ato de terrorismo registrado na edição de Munique, em 1972, o esquema de segurança foi reforçado como nunca. Foram cerca de 16 mil soldados trabalhando para evitar qualquer tipo de ocorrência grave.
 
 
Depois de oito anos, o antidoping ganhava mais notoriedade, alcançando um número maior de atletas submetidos a ele. Os medalhistas de cada modalidade passaram pelos testes. Foram detectados 11 casos positivos de doping. 
 
Destaques e curiosidades
Em Montreal, os Estados Unidos viu seu grande potencial esportivo ameaçado. Pela primeira vez na era moderna o país norte-americano não ficou com a liderança ou vice-liderança no quadro geral de medalhas. Dessa vez, a delegação voltou para casa em terceiro lugar, ficando atrás da União Soviética e da Alemanha Oriental.
 
O Brasil repetiu o desempenho alcançado em Munique, ficando com duas medalhas de bronze. João do Pulo garantiu pódio no salto triplo, fortalecendo a tradição da presença brasileira entre os primeiros colocados. 
 
O outro bronze ficou com a dupla Reinald Conrad e Peter Ficker, na classe Flying Dutchman da vela. Foi a segunda conquista olímpica de Conrad. Ao lado de outro companheiro, Bukhard Cordes, o atleta já havia garantido terceiro lugar na modalidade nos Jogos do México 1968.
 
O grande nome de Montreal foi a ginasta romena Nadia Comaneci. Aos 14 anos, ela foi a primeira atleta a conquistar a unanimidade dos jurados, que deram nota 10 na ginástica artística.

A adolescente ainda faturou outras quatro medalhas: duas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

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