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Série de pinturas Césio/Rua 57

Goiano Siron Franco tem obra selecionada para Bienal de São Paulo

Curadoria é do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro | 21.03.18 - 18:08 Goiano Siron Franco tem obra selecionada para Bienal de São Paulo (FOTO: RENATO CONDE/A REDAÇÃO)

A Redação

Goiânia -
O artista plástico goiano Siron Franco teve sua série de pinturas Césio/Rua 57 selecionada para a 33ª Bienal de São Paulo. O curador da mostra, o espanhol Gabriel Pérez-Barreiro, fez o anúncio dos 12 projetos escolhidos para esta edição da Bienal nesta quarta-feira (21/3). A Bienal de São Paulo será realizada entre os dias 7 de setembro e 9 dezembro. 
 
“Quando comecei a entrar em contato com a arte brasileira, questionava pessoas abaixo de 40 anos e muitas não conheciam o trabalho de Franco ou o acidente”, explica o curador. “Além de apresentar criações dos últimos dois anos, a Bienal tem a responsabilidade de contextualizar e contar essas histórias”, diz, relacionando o acidente com outra tragédia mais recente, a de Mariana, em Minas Gerais. 
 
A seleção final inclui 12 projetos individuais. Oito foram comissionados. O portenho Alejandro Corujeira vai apresentar esculturas e pinturas; Denise Milan, esculturas e instalações com grandes pedras e cristais; Maria Laet e Vânia Mignone trabalham o cotidiano em vídeo e pinturas inéditos, respectivamente; Nelson Felix, uma nova instalação escultórica; Tamar Guimarães, um novo vídeo com abordagem crítica sobre as instituições a preocupações poéticas e narrativas; e Bruno Moreschi e Luiza Crosman, com suas pesquisas. 
 
Para completar a seleção final, a curadoria da Bienal de São Paulo resolveu homenagear três artistas já falecidos, com a obra pouco conhecida no Brasil. A goiana Lucia Nogueira, que trabalhou em Londres, onde morreu em 1998, é uma delas. Para a 33ª Bienal, o foco está em suas esculturas e instalações. Aníbal López, morto em 2014 aos 60 anos, um dos primeiros artistas a introduzir a performance na Gautemala, também é lembrado. Seu trabalho, com forte caráter político, sobre questões de fronteira e cultura indígena, além de protestos ao próprio mundo da arte, estará presente na mostra com registros em vídeo e fotografias.
 
Os 12 trabalhos selecionados por Pérez-Barreiro se juntam a sete outras mostras coletivas, concebidas por artistas-curadores já anunciados anteriormente pela Fundação Bienal de São Paulo, e que terão suas proposições curatoriais detalhadas em breve. São eles o uruguaio Alejandro Cesarco, o espanhol Antonio Ballester Moreno, a argentina Claudia Fontes, a sueca Mamma Andersson, os brasileiros Sofia Borges e Waltercio Caldas e ainda o norte-americano Wura-Natasha Ogunji. (Com informações da Agência Estado)
 
 
  

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