Experiência  10.02.2012 12h01
Especialista inglês visita casa de cultura goiana

Andrew Senior falou sobre economia criativa

Especialista inglês visita casa de cultura goiana Equipe da Fábrica de Cultura Coletiva junto com Andrew Senior (ao centro) e Fabrício Nobre (à direita). Visita foi produtiva (Foto: divulgação)


Raisa Ramos

O britânico especialista em economia criativa Andrew Senior veio ao Brasil e incluiu Goiânia em sua agenda. Acompanhado pelo empresário Fabrício Nobre, o inglês visitou, na última quarta-feira (8/2), a Fábrica de Cultura Coletiva, onde vários coletivos de cultura mantêm seus escritórios. Os anfitriãos abriram as portas do espaço para o visitante e apresentaram todos os espaços do local, explicando o funcionamento de cada um. Para os produtores culturais ali instalados, a visita de Andrew foi de extrema importância.
 
"Ele é um estudioso de economia criativa, então é muito importante essa troca de experiências. A Fábrica de Cultura tem dois anos e, no momento, estamos buscando a sustentabilidade da casa para gerarmos renda para quem trabalha lá", disse Naya de Sousa, uma das sócias da Fósforo Cultural, produtora também instalada no prédio do centro da cidade.
 
Perguntada sobre o significado de economia criativa, Naya responde com um exemplo bem-sucedido: "Uma cidade no interior da Inglaterra queria movimentar o turismo local e, para isso, convidaram um artista plástico para criar um monumento para o município. Hoje, a escultura que ele fez virou cartão-postal da cidade". Percebe-se, portanto, que o termo nada mais é do que pensar a cultura para movimentar a economia.
 
Ainda de acordo com Naya, Andrew ficou bastante empolgado com a visita, que foi benéfica para ambas as partes. "Funciona como um estímulo para nós, para pesquisarmos mais e trabalharmos mais a favor da cultura local". O motivo principal da vinda de Andrew ao Brasil foi para dar uma palestra promovida pelo Ministério da Cultura, no último dia 7 de fevereiro. Entre os assuntos abordados pode-se destacar  a constituição de novos modelos de negócios e, claro, o empreendedorismo criativo.

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