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Apresentação em Goiânia

Tuba wagneriana é atração à parte em concerto da Filarmônica de Goiás

Músico detalha som do raro instrumento; veja | 14.12.17 - 16:28 Tuba wagneriana é atração à parte em concerto da Filarmônica de Goiás (Foto: Rafaela Bernardes / A Redação) Adriana Marinelli

Goiânia -
 Uma das obras mais significativas do século XX, a Sagração da Primavera, do russo Igor Stravinsky, foi interpretada pela Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) em um grande concerto no último final de semana. Além da participação de músicos da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, a Filarmônica também contou com outra novidade para dar um toque mais que especial à apresentação. Pela primeira vez na história, a OFG contou com o som de uma tuba wagneriana no concerto. A apresentação recheou o palco de grandes talentos e lotou a plateia do Palácio da Música do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON).


(Foto: OFG)
 
Rara no Brasil, a tuba wagneriana foi atração à parte. Com apenas 25 anos de idade, o músico Ludwig Van Beethoven, natural do Estado de Pernambuco e integrante da Orquestra Sinfônica Jovem, foi o escolhido para tocar o instrumento. Em entrevista exclusiva ao jornal A Redação, Beethoven falou da experiência junto à Filarmônica e da empolgação que sentiu ao assumir tamanha responsabilidade. 
 


(Foto: Rafaela Bernardes/A Redação)
 
"Fiquei, de fato, muito empolgado. Não é um instrumento difícil de tocar, mas é necessária uma adaptação. É raro. Me senti bastante privilegiado, principalmente por ser uma peça tão importante e impactante", afirmou o jovem ao se referir à Sagração da Primavera. O instrumento usado no concerto em Goiânia pertence a um músico de São Paulo.
 
De acordo com o jovem Beethoven, a tuba wagneriana é pouco usada no Brasil e seu som é uma mistura da trompa e da tuba. "É uma mistura, mas quem entende de música identifica com facilidade", acrescentou. 
 

O jovem Beethoven mostrou um pouco do som do instrumento durante visita à sede do jornal A Redação (Vídeo: Adriana Marinelli/A Redação)
 
Filho de músicos e casado com uma das violistas que integram a Orquestra Filarmônica de Goiás, o jovem pernambucano, que leva na identidade o mesmo nome do compositor alemão que se tornou um dos grandes pilares da música, não se vê longe dos palcos. "Estou envolvido nesse meio há muito tempo. Amo o que eu faço". 

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