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Maradona canta em cima de carro após receber cidadania de Nápoles

Honraria causou polêmicas | 05.07.17 - 20:19 Maradona canta em cima de carro após receber cidadania de Nápoles (Foto: Estadão Conteúdo)A Redação 

Goiânia -
 Rodeado de torcedores, o ex-craque Diego Armando Maradona cantou e dançou em cima de um carro após receber a cidadania honorária de Nápoles, nesta quarta-feira (5/7). A comemoração foi gravada e divulgada nas redes sociais. Confira:


O prefeito da capital da Campânia, Luigi de Magistris, decidiu conceder o título na sede do governo municipal. Seu objetivo foi dissociar a homenagem institucional do show realizado logo em seguida na praça do Plebiscito, onde inicialmente ocorreria a entrega da cidadania.

A decisão de transferir a homenagem para a sede da Prefeitura irritou o argentino, que chegou a pensar em não participar da cerimônia institucional. Após uma tarde de negociações e mais de uma hora de atraso, Maradona acabou cedendo e apareceu para receber a cidadania honorária.  

Maradona negou que tenha pedido dinheiro para receber a cidadania honorária de Nápoles e ressaltou que quando recebeu o convite, aceitou imediatamente. Em entrevista coletiva, ele disse que "a sociedade é escrava do dinheiro" e atacou quem o acusou de pedir 230 mil euros, aproximadamenteo R$ 860 mil, para participar do evento de entrega da cidadania.
 
"Juro pela minha mãe, que me olha lá do céu, que ninguém me falou de dinheiro. Ninguém. Quando me propuseram a cidadania, aceitei imediatamente. Por que sempre há que pedir dinheiro? Para mim não é assim", afirmou. "Certamente quem pensa assim está mal da cabeça, muito mal. Dinheiro, dinheiro, dinheiro. Gostaria de ficar frente a frente com quem falou dos 230 mil euros que ganhei, ou 450 mil euros, para cuspir na sua cara", acrescentou.
 
O argentino defendeu seus valores e disse que percebeu que teria uma relação particular com Nápoles desde o primeiro momento em que chegou ao clube pelo qual mais brilhou. "Hoje sou um cidadão napolitano, mas a cidadania de Nápoles eu já tinha desde o primeiro dia em que usei a camisa número 10 deste clube (...) A levo no coração há muito tempo", finalizou.

O argentino, hoje técnico do time árabe Al Fujairah, defendeu o Napoli entre 1984 e 1991 e também liderou o clube italiano na campanha do Scudetto de 1989/90. (Com Agência Estado)

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