Saúde  27.04.2012 11h06
Ipasgo afirma que nenhum paciente ficará sem UTI


Michelle Rabelo

O Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo) se comprometeu a  transferir todos os pacientes que tiverem solicitação de vaga nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) credenciadas ao órgao negada. Esse foi um dos pontos destacados pelo Ipasgo na nota resposta enviada à imprensa na manhã desta sexta-feira (27/4).  A resposta veio devido à notícia de que no início do mês de abril, cerca de vinte prestadoras credenciadas ao Ipasgo reduziram significativamente o número de leitos nas UTI disponíveis aos associados.  

O motivo para a redução foi o não recebimento por parte das 20 prestadoras, de cerca de R$3 milhões referente aos  serviços extras, auditados e autorizados, realizados entre novembro de 2011 a janeiro de 2012.  A justificativa do Ipasgo foi a redução de gastos, indispensável para a continuidade no atendimento. O órgão alegou ainda que cerca de 50% dos 311 leitos contratados estão ociosos.

Ainda em nota, o Ipasgo informou que o órgão continua aberto ao diálogo com todos os seus prestadores de serviço, para tentar sanar quaisquer dúvidas ou descontentamento. O órgão explicou que apenas quatro casos referente à reclamação por falta de vagas, chegaram à Central de Regulação. “Todos os casos foram resolvidos, após a solicitação chegar de forma completa ao Instituto. De acordo com as regras contratuais os seis pacientes que ocupam leitos de UTI na unidade devem continuar recebendo o tratamento, até o final da indicação médica”, relatou a nota.  

O médico Rafael Junqueira, explica que a interação entre Ipasgo e as unidades credenciadas é muito importante. "Os usuários realmente não ficarão sem atendimento. Levamos em conta a gravidade do paciente. As transferências são válidas, mas é preciso que cada paciente seja levado para um hospital especialista no problema pelo qual o cidadão está passando", pontua. Em relação a afirmação de que a Central de Regulação não foi procurada nos casos de recusa de internação, Rafael afirma que o órgão não atende com a agilidade necessária e "isso cria uma angústia muito grande ao paciente".

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Comentários

  • 28.04.2012 11:41 Por LINDALVA

    ESTA É PARA ACREDITAR MESMO OU É PARA JORNALISTA TER O QUE ESCREVER SAÚDE NO BRASIL É UM CASOS PARA UM FILME DE TERROR QUANDO SE TEM DINHEIRO A IR O FILME MUDA FICA MAS DIVERTIDO .



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