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Outubro Rosa

1,7 mil casos de câncer de mama devem ser diagnosticados em Goiás neste ano

Médico oncologista alerta para os riscos | 04.10.17 - 18:23 1,7 mil casos de câncer de mama devem ser diagnosticados em Goiás neste ano (Foto: Rafaela Bernardes / A Redação)

Rafaela Bernardes

Goiânia -
"Goiás deve registrar 1,7 mil novos casos de câncer de mama só neste ano. Cerca de 15% dessas mulheres que vão descobrir a patologia devem ir a óbito por causa da doença". Os números alarmantes foram informados ao jornal A Redação pelo médico Rubens José Pereira, especialista em oncologia e mastologia. 
 
No Brasil, o número de novos casos da doença em 2017 deve chegar a 60 mil. Em pleno 'Outubro Rosa', mês destinado à conscientização e prevenção do câncer de mama, o especialista explica que 35 mulheres morrem todos os dias devido a complicações da doença.
 

 
Segundo o médico, as regiões do país com maior incidência de casos de câncer de mama são a Sul e o Sudeste. A região Centro-Oeste, onde se localiza Goiás, é considerada intermediária para os índices desse tipo de câncer. Para as pacientes diagnosticadas com a doença, o tratamento é custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
 
"A saúde pública oferece mamografia, biopsia, quimioterapia e cirurgias para as mulheres que descobrem o câncer de mama. O auto-exame é muito importante para a descoberta da doença", explicou o especialista. 
 
Doutor Rubens, que trabalha no Hospital Araújo Jorge, referência no tratamento de câncer em Goiás, explicou que o sintoma mais comum da doença é o surgimento de nódulos na mama. No entanto, é preciso se atentar a outros alertas do corpo.
 
 
De acordo com o médico, alguns fatores contribuem para o aumento da incidência da doença na população. "A gente percebe que tem aumentado o número de casos de câncer de mama no Brasil. E isso se deve a uma série de fatores que contribuem para o surgimento da doença. As mulheres que não amamentam, que são sedentárias, que desenvolvem a obesidade pós menopausa, que fazem reposição hormonal, que são alcoólatras e que fumam têm mais chance de desenvolver a doença", finalizou. 
 
 
 
 


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