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Saúde

Hospital Santa Helena, em Goiânia, vai passar a fazer transplantes de rins

Serviço aguarda de aval da SMS | 20.11.17 - 10:33
 
A Redação
 
Goiânia - O Hospital Santa Helena (HSH), em Goiânia, está apto a realizar transplantes de rins com órgãos de doadores vivos e cadáveres. O serviço estará disponível para pacientes de convênios e particulares. A realização dos transplantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi autorizada após a avaliação do hospital pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Agora depende da pactuação junto à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia para ter início, o que a diretoria do hospital espera que aconteça ainda neste ano. 
 
O novo serviço prestado pelo Santa Helena, que comemora 60 anos de fundação em 2017, chega para beneficiar pessoas que necessitam do procedimento e vai contribuir para a redução da lista de espera pelo transplante de rim em Goiás, que atualmente tem cerca de 300 pacientes. Em todo o Estado, entre janeiro e junho, foram realizados 47 transplantes de rins, número que poderá crescer com o início dos trabalhos no HSH.
 
“Hoje não temos restrições de leitos nem de vagas em UTI, por isso temos condições de atender todos os pedidos de transplantes que surgirem”, explica o médico Bráulio Ludovico Martins, responsável pelo serviço. Segundo ele, o HSH será uma alternativa para a população interessada em fazer o transplante por convênios ou mesmo para quem puder pagar pelo serviço.  
 
Doações abaixo do ideal
Um problema que tem limitado os transplantes de órgãos em Goiás, de acordo com Bráulio Ludovico, é o baixo número de doações. “Goiás deveria ter entre 25 a 30 doações por milhão da população, mas hoje este número está entre 8 a 9 doadores por milhão de habitantes”, esclarece. 
 
O médico Carlos Duarte, do HSH, defende um maior esclarecimento da população sobre a importância de se doar e também para conscientizar a família em relação à doação. “Em muitos casos a pessoa é doadora, mas na hora da captação há um impedimento por parte da família”, pontuou. 
 
O médico avalia que ainda faltam no Brasil campanhas mais efetivas de esclarecimento junto à população sobre os transplantes de órgãos. E considera que são poucos os recursos governamentais para estas campanhas e que meios de comunicação, como a televisão, ainda tem uma efetividade muito grande para tratar o assunto devido à grande penetração da TV em todas as camadas sociais.

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