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Goiânia

"Apagão fiscal está sendo varrido para debaixo do tapete", diz Caio Coppolla

Comentarista participou de evento na capital | 28.08.25 - 22:19 "Apagão fiscal está sendo varrido para debaixo do tapete", diz Caio Coppolla "Apagão fiscal está sendo varrido para debaixo do tapete", diz Caio Coppolla. (Foto: João Unes)
 
A Redação
 
Goiânia - Visitando Goiânia a convite da Sicoob UniCentro Br, que realizou na noite desta quinta-feira (28/8), a edição 2025 do já reconhecido 'Economia em Cena', o comentarista político Caio Copolla foi a grande atração da noite. Em pauta, uma análise geral do cenário econômico e das oportunidades de investimentos para impulsionar novos horizontes financeiros. Ao jornal A Redação, porém, o especialista acrescentou um alerta. "O que chamamos de apagão fiscal, ou shutdown, está sendo varrido para debaixo do tapete", disse, com exclusividade, para o portal. 
 
Na visão de Coppolla, mesmo com a urgência do debate, a população não está se informando e acaba discutindo problemas secundários. "Precisamos falar sobre essa paralisia iminente do governo federal. Da sua inabilidade, incapacidade de realizar pagamentos e honrar compromissos como ficar em dia com o funcionalismo público, manter as aposentadorias e dar um fim nos cortes que já veem sendo realizados, principalmente em órgãos federais e também nas agências reguladoras".

 
O especialista reforça o argumento de alguns economistas que falam em um cenário irrealista das contas públicas - custo que será retomado na próxima gestão do governo federal. Há quem diga, por exemplo, que há risco iminente de colapso, com a falta de dinheiro para investimentos bádsicos e para manter o funcionamento da máquina pública. "Na conta do próprio governo, o dinheiro termina no começo de 2027. Na conta do Senado Federal, isso vai acontecer no final de 2026". diz Coppolla. 
 
Com um tom otimista, no entanto, Caio defende que toda a crise representa uma oportunidade. "A gente sabe que o nosso país não tem vocação para pegar fogo, mas para enferrujar. Então, é necessária uma crise muito profunda para haver uma mudança real. Não há dúvida de que o Brasil tem um encontro marcado com as reformas. Não por vocação das elites políticas, mas sim por uma questão de necessidade, seja quem for o próximo presidente".

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