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As piores formas de dar um fora

Existem formas e formas de chegar ao fim | 26.09.11 - 13:13

Todo mundo passa por essa situação na vida: a hora de dar um fora. O relacionamento está rolando mas não há mais aquela poesia, aquela magia de outrora. E você tem que chegar com aquela frase que todo mundo já sabe onde vai dar: “nós precisamos conversar”. Naturalmente, o resultado é previsível e não tem como terminar sem que ao menos uma das partes fique triste. Mas existem formas e formas de colocar um ponto final no relacionamento, de uma forma zelosa ou de uma forma escrota.

A pior forma de acabar com um relacionamento é fazer aquela auto culpa. Sabe aquele papinho de que não “tem nenhum problema com você, o problema é comigo”. Mentira. Se o problema fosse realmente com quem diz isso, a saída seria o suicídio e não o término da história. Na verdade, é a desculpa para quem não quer dizer o que realmente está acontecendo e mente da forma mais deslavada possível.

Outra situação que deve entrar para a lista das formas escroques é aquela distanciada básica. Quando a pessoa para de ligar, para de responder as mensagens pela internet com a mesma presteza e agilidade do começo do relacionamento, não atende mais ligações. Isso é o fim da picada. Essa tática mostra uma baita insegurança para encarar a pessoa olhos nos olhos e dizer aquilo que precisa ser dito. Aí, como não tem peito, vai dando esse gelo. Coisa de gente sem coragem.

Uma situação que também deve ser citada é aquela em que uma das partes começa a tratar tão mal o outro, mas tão mal até que tudo fique infernal que o arrego é inevitável. Uma tática calhorda, cá entre nós. Pois repassa ao companheiro a decisão que, na verdade, é de quem não teve a coragem de assumir o ônus daquilo que deseja. Coisa de gente desqualificada e sem caráter.

Essa é só uma pequena amostra. São mais de um milhão de formas ignóbeis de terminar um relacionamento e eu gostaria de saber de você, caro leitor, qual aquela que mais doeu no seu peito e que você ainda não digeriu. Compartilhe aí conosco para aumentarmos nossa lista de formas escrotas término de namoro. Quem sabe assim consigamos proteger nossos corações dessas armadilhas que, vira e mexe, acabam nos pegando de jeito.


Comentários

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  • Por Lorena Alves de Souza 26.09.2011 23:45

    O ruim é quando você pensa que tudo é uma maravilha e de repente no dia dos namorados a outra do seu namorado te liga pra contar que sai com o dito cujo há mais ou menos uns três meses. Aí dar o fora nesse sujeito fica fácil, e você ainda utiliza de uma vez só todos os palavrões existentes e não existentes..

  • Por Lisa Tôrres 26.09.2011 22:36

    a pior é a < distanciada básica>.

  • Por Lisa Tôrres 26.09.2011 22:35

    Pablo...sem dúvida: a pior é a <distanciada básica>. Contra o silêncio total, você fica impotente. Não há o que fazer. horrível...

  • Por Flávia Cristina 26.09.2011 20:55

    É, terminar qd o outro ainda gosta é bem desagrádavel,mas ser franco é sempre a melhor opção, eu prefiro que fale na cara e tire logo o esparatrapo da ferida p doer tudo de uma vez e seguir em frente,respeito é tudo!

  • Por Camila Lourenço da Silva 26.09.2011 15:46

    Essa segunda da lista aí é a menos indolor e a mais irritante. Td depende de quem vc é, o que vai levar o pé na bunda, ou quem vai dá-lo.rs Outra escrota que não entrou na lista é terminar por telefone ou pela internet. Ah... na real, isso de terminar nunca é bom, mé? Mesmo sendo zeloso a coisa é sempre ruim, mesmo que libertadora, pra ambos os lados. Acho que por isso tantas pessoas nãos e permitem novas descobertas(já fui assim). Mas... como diria um amigo meu:É a vida, e nem sempre ela é doce. Curti mt a postagem. Bjo

  • Por Elaine Gonzaga 26.09.2011 15:39

    A mais difícil (no meu caso foi levar um fora) é aquela em que vc acredita que está tudo aparentemente bem, não há brigas, nem discussões, nem traição e essa calmaria não significa estar tudo bem, isso significa acomodação. E assim vamos levando. Daí uma das partes tem a coragem de desvincular e a outra sofre, sofre, sofre e isso não passa de orgulho ferido e depois de um tempo quando os ânimos se acalmam é que a gente percebe a nossa covardia perante a situação. O ser humano é acomodado.

  • Por Percival Henrique da Silva 26.09.2011 14:32

    Pablo têm várias, mas as mais clássicas foram citadas por você, confesso que já tive atitudes clalhoras coma as mencionada por você, mas tinha créditos, afinal era a minha adolescência. Mas aquela que mais doi é exatemente a que você não acredita ou não quer acreditar, está tudo evidente que não rola mais e você que tentar, quer mudar o imutável.

Sobre o Colunista

Pablo Kossa
Pablo Kossa

Jornalista, produtor cultural e mestre em Comunicação pela UFG / pablokossa@bol.com.br

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