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Negócios

Empresa de investimento é opção para driblar crise no mercado imobiliário

Rizzo Imobiliária fechou parceria com Finvest | 20.06.16 - 18:32 Empresa de investimento é opção para driblar crise no mercado imobiliário Margot Alyse Greenman, diretora da Finvest, e Leonardo Rizzo, presidente da Rizzo Imobiliária (Foto: Letícia Coqueiro / Jornal A Redação)
Lucas Cássio
 
Goiânia - Alternativas para empresas incorporadoras e loteadoras enfrentarem a crise pautaram palestra realizada em Goiânia nesta segunda-feira (20/6). O tema foi abordado por Margot Alyse Greenman, diretora da Finvest (empresa especializada em soluções de crédito), que esteve na capital a convite da Rizzo Imobiliária.

Margot destacou que o mercado imobiliário é uma reflexão do mercado real e ressaltou que o maior problema existente é a falta de confiança na recuperação da economia. “É uma falta de confiança baseado no medo, no desemprego, no crescimento negativo e em um cenário político pouco esperançoso. Isso leva a uma insegurança geral e freia o mercado”, afirmou. 

“É importante manter um pé no presente tentando se adequar financeiramente e um pé no futuro, não esquecendo que terá bons negócios pela frente”, destacou a palestrante ao comentar o cenário atual de instabilidade econômica.
 
Para Leonardo Rizzo, presidente da Rizzo Imobiliária, empresas de investimentos não têm muita tradição no mercado, mas surgem como uma opção para o enfrentamento da atual situação econômica. “Ela estuda a oportunidade de mercado e participa disso. É uma braço que não tínhamos no mercado”, disse.
 






“A gente oferece linhas de capital de giro baseado no estoque que está exonerando o caixa das empresas. Baseado nesse estoque, conseguimos fazer e antecipar a receita ou parte da receita futura que essas empresas terão”, explicou Margot. “Com isso, ela tem o capital de giro necessário pra manter a empresa funcionando enquanto essas vendas não acontecerem”, completou.
 





Para Fabrício Modesto Cesar, diretor do Sicoob Engecred-GO, empresas de investimentos como a Finvest têm maior flexibilidade para fazer negócios, enquanto instituições financeiras tradicionais às vezes têm uma exigência maior por parte do Banco Central e dos órgãos reguladores. “Ela entra como uma participante do negócio, uma fatia dele passa a fazer parte da empresa de investimento”, afirmou.
 

Goiás
Em entrevista ao jornal A Redação, Leonardo Rizzo ressaltou que o cenário do mercado imobiliário goiano se destaca em comparação ao restante do país. “Em Goiás a situação está um pouco melhor, mas a gente também sente os reflexos da crise. O número de investimentos deve cair. De certa forma, o mercado está retraído e as pessoas que podem comprar não estão querendo ou estão adiando, e as que estão precisando não têm linha de crédito disponível”, ressaltou. 
 
A Rizzo Imobiliária e Finvest fizeram uma parceria que deve beneficiar tanto o comprador quanto o vendedor. “É uma parceria onde a gente compra ativos e vende a prazo. A Finvest entra com a parte financeira da operação”, explicou Leonardo Rizzo. 
 
“A parceria com a Rizzo é muito específica e foi formada para resolver um problema do mercado de loteamento. Quem tem um lote e deseja vendê-lo geralmente quer receber à vista, e quem quer comprar geralmente quer comprar a prazo. Nós entramos para resolver esse descompasso entre o vendedor e comprador”, finalizou Margot.
 
  
 

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